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Marcos Parente: prefeito Gedison Rodrigues esclarece sobre contratação de serviços em 2016

Em pronunciamento, o gestor afirmou que medida foi necessária para manter serviços essenciais e negou desvio de recursos públicos.

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O prefeito de Marcos Parente, Gedison Rodrigues, usou as suas redes sociais para prestar esclarecimentos a respeito de uma recente ação civil pública por improbidade administrativa, movida pelo Ministério Público do Estado do Piauí (MPPI). 

O processo questiona a contratação de uma empresa de limpeza pública realizada entre os meses de novembro e dezembro de 2016.

Na época, Gedison assumiu a gestão municipal de forma temporária, por força de uma determinação judicial. Segundo o gestor, durante o período foram enfrentadas dificuldades no acesso a dados oficiais do município. 

"Apesar disso, tínhamos a obrigação de manter os serviços básicos da cidade funcionando", explicou o prefeito.

O prefeito enfatizou que a contratação emergencial teve como único objetivo evitar a paralisação da coleta de lixo e a limpeza urbana do município. Rodrigues ressaltou expressamente que não houve prejuízo ao erário ou desvio de verbas, assegurando que as atividades contratadas foram integralmente executadas pela empresa prestadora.

"Em nenhum momento houve desvio de recursos. Nós nunca agiríamos de má-fé. A nossa intenção foi preservar a continuidade dos trabalhos essenciais para a população", declarou o gestor.

A defesa do prefeito informou que está à disposição da Justiça para apresentar todos os documentos e justificativas necessárias que comprovam a legalidade e a prestação dos serviços durante o curto período de transição em 2016.

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