Cultura, identidade e aprendizado marcam oficina com jovens do SCFV no CRAS de Uruçuí |
Divulgação/Ascom
Uma aula que foi além do conteúdo tradicional e se transformou em uma verdadeira imersão cultural. Assim foi a atividade realizada no CRAS de Uruçuí com os alunos do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), que vivenciaram uma experiência enriquecedora ao conhecer a arte de ser luthier — profissão responsável pela construção artesanal de instrumentos musicais.
Durante o encontro, os adolescentes puderam compreender desde a origem dos instrumentos até o processo de criação manual, desenvolvendo um olhar mais sensível sobre a importância histórica, cultural e simbólica de cada peça. Mais do que aprender técnicas, os participantes foram convidados a refletir sobre identidade, ancestralidade e valorização das raízes.
A atividade foi conduzida pelo mobilizador étnico-racial e professor de capoeira, Richardson Ribeiro, que integrou saberes tradicionais com práticas educativas, promovendo uma vivência dinâmica e significativa. A capoeira, presente durante a oficina, trouxe ainda mais conexão com a cultura afro-brasileira, fortalecendo o sentimento de pertencimento e o respeito à diversidade.
A ação foi articulada pelo mobilizador de adolescentes e subsecretário de Cultura e Juventude, professor Carlos da Silva (Carlinhos), em parceria com o professor Richardson Ribeiro, evidenciando o compromisso do município com o trabalho intersetorial e com a formação integral dos jovens.
Outro destaque foi a participação ativa dos integrantes do NUCA (Núcleo de Cidadania de Adolescentes), que contribuíram para o fortalecimento do protagonismo juvenil, promovendo diálogo, troca de experiências e engajamento entre os participantes.
A iniciativa também está alinhada às metas da atual edição do Selo UNICEF, especialmente no que se refere ao fortalecimento das ações voltadas às relações étnico-raciais e ao desenvolvimento social de crianças e adolescentes.

