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Gisvaldo diz que economia do Piauí precisa evoluir para a indústria da transformação

O candidato Gisvaldo Oliveira defendeu mudança na matriz econômica do estado, com a redução da dependência do modelo agroexportador e o fortalecimento da indústria de transformação.

O candidato propôs que o governo utilize sua capacidade de investimento para criar um parque tecnológico e industrial, com foco na geração de empregos formais e na garantia de direitos trabalhistas. O candidato também defendeu uma nova relação entre desenvolvimento econômico e preservação ambiental.

Segundo ele, o Piauí precisa avançar na agregação de valor à produção local, deixando de atuar principalmente como fornecedor de matérias-primas e ampliando a capacidade de produzir e transformar dentro do próprio estado.






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Candidato professor Gisvaldo Santos - Foto: Raíssa Morais/MeioNewsCandidato professor Gisvaldo Santos - Foto: Raíssa Morais/MeioNews

Elizeu questiona Rafael sobre questão hídrica, que rebate: Não me escondo atrás de Lula

Elizeu questionou Rafael Fonteles sobre os investimentos na área hídrica e cobrou resultados diante dos recursos obtidos pelo estado por meio de empréstimos. O candidato também criticou a relação de Rafael com o presidente Lula.

Na resposta, Rafael afirmou que não se esconde atrás de Lula e destacou que o presidente é um aliado de seu governo. O governador reconheceu que ainda há desafios no abastecimento de água, mas afirmou que o estado avançou e que cerca de 10% da população ainda enfrenta dificuldades no acesso ao serviço.

Foto: Raíssa Morais/Meio NewsFoto: Raíssa Morais/Meio News

Rafael também citou investimentos previstos de aproximadamente R$ 2 bilhões para a infraestrutura hídrica, incluindo barragens, adutoras, sistemas simplificados, cisternas e projetos de dessalinização. Segundo ele, a questão continuará sendo prioridade, especialmente para a população do semiárido.






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Gisvaldo cobra ampliação do diálogo com a classe trabalhadora

O candidato Professor Gisvaldo cobrou do Governo do Estado maior diálogo com os trabalhadores e defendeu negociações sobre política salarial e condições de trabalho no serviço público. Gisvaldo criticou a postura da atual gestão e afirmou que o governo não estaria negociando de forma adequada com a classe trabalhadora. Para ele, a administração estadual deveria priorizar o diálogo com os servidores e suas reivindicações.

O candidato também questionou a atuação de um governo ligado a um partido que, segundo ele, historicamente defendia os trabalhadores, mas que atualmente adotaria práticas semelhantes às de governos tradicionais de direita.






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Candidato professor Gisvaldo - Foto: Raíssa Morais/MeioNewsCandidato professor Gisvaldo - Foto: Raíssa Morais/MeioNews

No debate MN, Joel volta a citar exemplo da administração em Floriano

Durante o debate da TV Meio Norte para o Governo do Estado do Piauí, Joel voltou a citar sua experiência como prefeito de Floriano para defender a ampliação do atendimento especializado em diferentes regiões do estado. O candidato afirmou que há recursos para investir na saúde e destacou a criação de uma policlínica durante sua gestão municipal.

Joel citou a oferta de especialidades médicas, exames de imagem e uma sala de estimulação precoce, além de ações voltadas aos profissionais de saúde. Segundo ele, a estrutura atende moradores de Floriano e de outros municípios da região e poderia servir de modelo para os demais territórios do Piauí.

Na sequência, o candidato voltou a criticar o Saúde Digital e questionou a confiabilidade dos telelaudos. Joel relatou casos de supostos erros em exames e afirmou que o modelo precisa ser revisto, defendendo que os recursos sejam direcionados para um atendimento presencial de maior qualidade.






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Candidato Joel Rodrigues - Foto: Raíssa Morais/MeioNewsCandidato Joel Rodrigues - Foto: Raíssa Morais/MeioNews

Rafael Fonteles: Piauí é referência nacional no atendimento à pessoa com deficiência

Durante debate na TV Meio Norte, Rafael Fonteles afirmou que o Piauí é referência nacional nas políticas de cuidado e atendimento às pessoas com deficiência. O candidato destacou ações iniciadas em gestões anteriores e afirmou que seu governo deu continuidade e ampliou essas iniciativas.

Rafael defendeu a interiorização dos serviços especializados e citou o CETEH como exemplo, com a proposta de levar a estrutura para todas as macrorregiões de saúde. O candidato também afirmou que pretende ampliar o apoio aos municípios que desenvolvem serviços especializados para esse público.






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Governador e candidato à reeleição, Rafael Fonteles - Foto: Raíssa Morais/MeioNewsGovernador e candidato à reeleição, Rafael Fonteles - Foto: Raíssa Morais/MeioNews

"Na política nós temos lado", diz Rafael; "Eu não tenho lado", reage Joel Rodrigues

Durante o debate MN para o Governo do Estado do Piauí, Rafael Fonteles afirmou que, na política, é necessário deixar claro de que lado cada candidato está. Ele declarou apoio ao presidente Lula e citou aliados como Marcelo Castro, Júlio César, Wellington Dias e Regina Sousa.

"À população do Piauí, reitero que estamos plenamente preparados para governar, independentemente do cenário. Contudo, na política, é fundamental assumir um posicionamento. O nosso lado é o do presidente Lula, do senador Marcelo Castro, do senador Júlio César, do governador Wellington Dias e da governadora Regina Souza. Defendo que essa clareza é indispensável para que o eleitor possa decidir com convicção e melhor embasamento sobre o futuro do nosso estado e do Brasil."

Foto: Raíssa Morais/Meio NewsFoto: Raíssa Morais/Meio News

Na tréplica, Joel afirmou que também tem um lado, mas que sua posição é ao lado da população. O candidato criticou o que chamou de privilégios destinados a políticos e disse que sua candidatura surgiu após um chamado feito pelo próprio povo.

"Meu compromisso não é com privilégios, mas com a dignidade da população. Não aceito que recursos públicos sejam desviados para beneficiar a classe política em detrimento das necessidades reais do povo. Minha candidatura é um chamado da sociedade; por isso, meu lado é o lado do cidadão piauiense."

Joel afirmou ainda que pretende ser “o governador do povo”, independentemente de quem ocupar a Presidência da República. Segundo ele, o governo estadual deve manter uma postura voltada aos interesses dos piauienses.






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Rafael a Joel: "Foi aliado de Lula, depois se aliou a Bolsonaro e Ciro"

Durante debate, Rafael Fonteles questionou Joel Rodrigues sobre sua trajetória política e citou antigas alianças com o presidente Lula e o ex-governador Wellington Dias, além da posterior aproximação com Jair Bolsonaro e Ciro Nogueira. Rafael perguntou se Joel teria mudado de posição por considerar que Lula estaria no caminho errado.

Joel respondeu que, durante sua trajetória como prefeito, buscou manter diálogo e parcerias com diferentes governos, independentemente de posicionamento político. O candidato citou relações com os governos de Lula, Dilma Rousseff, Michel Temer e Jair Bolsonaro.

Joel afirmou ainda que não possui “carimbo” de nenhum político e que, caso eleito, pretende buscar parcerias com qualquer presidente da República para viabilizar ações e melhorar a vida da população do Piauí.






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Rafael Fonteles e Joel Rodrigues - Foto: Raíssa Morais/MeioNewsRafael Fonteles e Joel Rodrigues - Foto: Raíssa Morais/MeioNews

Mulher, deixe de votar em quem o marido fala, afirma Lúcia Santos

Durante debate, Dra. Lúcia Santos defendeu maior participação feminina nas decisões políticas e fez um apelo para que as mulheres exerçam o voto de forma independente. A candidata afirmou que as mulheres representam mais de 50% do eleitorado e defendeu a criação de políticas públicas específicas para esse público.

Foto: Raíssa Morais/Meio NewsFoto: Raíssa Morais/Meio News

Lúcia citou como prioridades o fortalecimento das políticas de saúde para as mulheres e o combate ao feminicídio. Segundo a candidata, a maior presença feminina em espaços de poder pode contribuir para ampliar a atenção às demandas das mulheres.






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Gisvaldo cobra cumprimento de políticas de garantia dos direitos das mulheres

A candidata Lúcia Santos questionou Gisvaldo sobre as políticas de combate ao feminicídio e à violência contra as mulheres.

Em resposta, Gisvaldo destacou que a situação é ainda mais grave entre mulheres negras e citou dados do relatório Pele Alvo, da Rede de Observatórios da Segurança, sobre mortes de mulheres por feminicídio. Segundo ele, os números demonstram a necessidade de fortalecer as políticas de proteção e prevenção.

O candidato defendeu uma mudança na estratégia de combate à violência contra a mulher, com ações voltadas às causas do problema e à prevenção do feminicídio. Para Gisvaldo, apenas o reforço do policiamento não é suficiente para garantir a segurança das mulheres.

“A política de garantia de direitos das mulheres não tem sido prioridade nesse governo, principalmente as mulheres negras. O Estado não tem priorizado a política de combate a violência contra a mulher. O feminicídio é um tipo de violência que é o ápice, precisamos combater as raízes reais”, declarou.






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Gisvaldo e Lúcia Santos - Foto: Raíssa Morais/MeioNewsGisvaldo e Lúcia Santos - Foto: Raíssa Morais/MeioNews

Candidata Lúcia Santos defende maior representação feminina na política

Durante debate, Dra. Lúcia Santos defendeu a ampliação da participação das mulheres na política e afirmou que a representação feminina é fundamental para a construção de políticas voltadas às mulheres.

A candidata destacou a importância de promover independência financeira e emocional para as mulheres e defendeu medidas para enfrentar os índices de feminicídio. Segundo ela, mulheres têm capacidade para ocupar espaços de liderança e administração.

Foto: Raíssa Morais/Meio NewsFoto: Raíssa Morais/Meio NewsDra. Lúcia também fez um chamado para que profissionais, donas de casa e mães participem mais da política e afirmou que a sociedade precisa reconhecer a contribuição das mulheres em diferentes áreas.






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