A brasileira de 30 anos acusada de perseguir o cantor Jung Kook, integrante do BTS, foi condenada pela Justiça da Coreia do Sul a um ano de prisão, com pena suspensa por dois anos, por violar a lei contra perseguição e por invasão de propriedade.
Segundo informações divulgadas pela imprensa sul-coreana, a mulher foi presa preventivamente em fevereiro deste ano após ir à residência do artista, em Seul, mais de 20 vezes ao longo de um mês. Em um dos episódios, ela teria tocado a campainha da casa de Jung Kook 133 vezes durante a madrugada.
Na sentença, o tribunal considerou como agravante o fato de a brasileira ter continuado a procurar o cantor mesmo após advertências da polícia e o descumprimento de medidas emergenciais impostas pelas autoridades.
Por outro lado, a Justiça também levou em conta que ela não tinha a intenção de causar danos físicos ao artista e que Jung Kook não presenciou diretamente os episódios de invasão. Além disso, a corte avaliou que há baixo risco de reincidência, já que a mulher deverá ser deportada após a sentença se tornar definitiva.
Detida desde fevereiro, a brasileira recebe acompanhamento consular e visitas das autoridades brasileiras no país. A família espera que ela seja deportada para o Brasil para que possa retomar o tratamento médico e receber apoio dos parentes.