Diagnosticada com síndrome do piriforme em outubro de 2025, Adriane Galisteu, de 52 anos, comentou com seguidores, na última quinta-feira (9), sobre o tratamento da condição após uma sessão de quiropraxia. A apresentadora afirmou que ainda está em processo de recuperação.
“Estou conseguindo ter mais força. Continuo tratando desde o ano passado, desde aquela crise que eu não andava. Ô coisa difícil de tratar”, disse.
Em tom de reflexão, ela também destacou a importância de valorizar a saúde no dia a dia. “Agradece a Deus todo dia, nem lembra que tem esse troço chamado piriforme”, completou.
Início dos sintomas
Segundo a apresentadora, as dores começaram após um exercício durante treino físico.
“Eu fui treinar, fazer um agachamento e errei o peso. Deve ter dado algum enrosco com algum nervo. Eu vou sair daqui e vou para o hospital fazer uma ressonância para ver o que aconteceu. Porque é uma dor chata. Eu já tomei um anti-inflamatório que me ajudou muito, mas eu não estou 100%. Nunca tive essa dor. Uma dor que irradia assim na perna”, relatou.
Diagnóstico
Após a realização de exames, Galisteu recebeu o diagnóstico da síndrome e passou a entender melhor a condição.
“Nunca tinha ouvido falar disso, agora que estou entendendo um pouco mais. Fica do lado do ciático, mas não tem a ver com o ciático. É um músculo que fica profundo no quadril, ao lado do ciático”, afirmou.
O que é Síndrome do Piriforme?
De acordo com o Manual MSD, a síndrome do piriforme ocorre quando o nervo ciático é comprimido pelo músculo piriforme, localizado na região das nádegas, próximo ao quadril.
A condição é considerada rara e pode causar dor persistente, formigamento ou dormência que começa nas nádegas e pode se estender até os pés. O tratamento inclui repouso, analgésicos e reabilitação.