Ana Paula Renault compartilhou na tarde deste domingo (09/08), “Dia dos Pais”, uma homenagem aos pais e mães que desempenham esse papel com tanto cuidado e amor. No texto, a vencedora do BBB26 destacou a presença do pai, Seu Gerardo Renault, que cuidou dela e da irmã após o falecimento da mãe, quando ela ainda era adolescente. A publicação ganhou um tom ainda mais emocionante por marcar o primeiro Dia dos Pais de Ana sem o pai, que morreu em 2026, enquanto ela ainda estava confinada no reality show.
PRIMEIRO DIA DOS PAIS SEM O PAI
Ana Paula relembrou que perdeu o pai apenas dois dias antes da final do BBB26. Mesmo diante da reta final do programa, a morte de Gerardo Renault marcou profundamente a trajetória da jornalista, que acabou sendo campeã da edição. Aos 96 anos, ele deixou uma história de dedicação às duas filhas, especialmente após a morte da esposa, quando Ana Paula tinha 16 anos e sua irmã, Cida, 12.
Na homenagem, Ana Paula refletiu sobre o significado da paternidade e questionou a ideia de que o cuidado com os filhos seja uma responsabilidade predominantemente feminina. “O que eu quero dizer aqui é que responsabilidade não tem que ter gênero. Cuidado não é coisa de mulher. Presença não é só obrigação feminina”, escreveu. Ela também destacou que ser pai vai muito além de contribuir financeiramente: “Pai não ajuda a criar um filho, pai cria.”
Ao falar sobre a própria história, a ex-BBB ressaltou a escolha do pai de permanecer ao lado das filhas em um momento de dificuldade. “A minha mãe morreu quando eu tinha 16 anos, a minha irmã Cida tinha 12, o meu pai tinha quase 70 anos e ele ficou. Ele ficou pra criar duas meninas, ele ficou quando a vida ficou difícil, ficou quando ser pai deixou de ser uma palavra e virou presença diária”, afirmou.
No encerramento, Ana Paula agradeceu ao pai pelos ensinamentos e reconheceu que ter crescido ao lado de um pai presente foi um privilégio que, segundo ela, não deveria ser considerado extraordinário. “A meu pai, o meu eterno muito obrigada. Hoje eu entendo que eu tive um privilégio que jamais deveria ser privilégio. Ter um pai presente deveria ser apenas o começo da nossa história. Ter um pai presente deveria apenas ser pai.”