A empresa Nina Gestão Patrimonial Ltda, do ator Bruno Gagliasso, obteve vitória na Justiça em um processo movido por um corretor imobiliário. O profissional alegava ter participado da venda de uma mansão de luxo ao jogador Paolo Guerrero.
Há cerca de um ano, Marco Antônio Pinheiro Loureiro acionou os tribunais cobrando uma comissão de R$ 2,3 milhões por suposta intermediação no negócio. Segundo a coluna de Ancelmo Gois no jornal O Globo, a sentença da 27ª Vara Criminal do Rio foi publicada no fim de fevereiro.
Na decisão, o juiz Leonardo Grandmasson Ferreira Chaves condenou o corretor por difamação contra o artista. O magistrado destacou que o profissional concedeu duas entrevistas à televisão afirmando que intermediou a venda de um imóvel de Gagliasso e não recebeu a comissão.
De acordo com os autos, não havia contrato de exclusividade entre as partes, e o ator declarou que o imóvel foi negociado por outro corretor. O profissional em questão foi responsável pelas visitas e pela conclusão da venda, recebendo a comissão pelo trabalho.
O corretor foi condenado a seis meses e nove dias de detenção, em regime inicial aberto, com pena substituída por prestação de serviços comunitários. Ele também deverá pagar 22 dias-multa, fixados em um quarto do salário-mínimo cada, valor que gira em torno de R$ 10 mil.