Badarik González publicou nesta terça-feira (1º), em seu perfil no Instagram, uma nota de esclarecimento assinada por sua assessoria jurídica.
O comunicado trata da investigação criminal que envolve o colombiano após um episódio ocorrido em maio, em Ipoema, distrito de Itabira, em Minas Gerais. Ele foi preso sob a acusação de furtar um anel de prata que estava exposto em um estande durante um festival realizado na região.
Após a prisão, o carro de Badarik foi revistado, e a joia acabou sendo encontrada dentro do veículo. O professor obteve liberdade provisória no início de junho e passou a cumprir medidas cautelares, entre elas comparecer à Justiça quando for intimado e manter o endereço atualizado no processo.
No documento, os advogados ressaltam que, até o momento, não foi apresentada nenhuma denúncia formal contra o investigado. “De modo que sequer existe acusação formal delimitando quais crimes serão eventualmente imputados a Badarik”, afirmaram.
A equipe jurídica também afirma que a repercussão do caso já estaria provocando consequências na vida pessoal e profissional do colombiano. Segundo os representantes, ele vem sendo tratado publicamente, em diferentes espaços, como se sua responsabilidade criminal já estivesse definida.
O comunicado reforça ainda que uma investigação não equivale a uma condenação. “Investigação não é condenação”, destacam os advogados, ao citar os princípios do devido processo legal, do contraditório, da ampla defesa e da presunção de inocência.
Badarik foi casado por cerca de seis anos com Mariana Maffeis, filha da apresentadora Ana Maria Braga. O fim da relação veio à tona em julho deste ano, quando foram divulgadas notícias de que a professora de ioga teria pedido uma medida protetiva contra o ex-marido.