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Defesa de Gato Preto nega tentativa de homicídio após acusação do MP

Segundo a denúncia do Ministério Público de São Paulo, Samuel, nome de batismo do famoso, dirigia um Porsche em alta velocidade, sob efeito de álcool

O influenciador digital Gato Preto apresentou, no último dia 6 de maio, sua defesa à Justiça no processo criminal que responde em São Paulo por um acidente de trânsito ocorrido em agosto de 2025. Segundo a denúncia do Ministério Público de São Paulo, Samuel, nome de batismo do famoso, dirigia um Porsche em alta velocidade, sob efeito de álcool e drogas, quando atingiu o carro de Edilson Maiorano e Ivan Bartalot Pereira Maiorano, pai e filho.

Ivan sofreu fratura na mandíbula, e o influenciador teria deixado o local sem prestar socorro. As informações são da coluna Fábia Oliveira.

Defesa tenta desclassificar acusações

Na resposta à acusação, Gato Preto negou ter conduzido o veículo em alta velocidade e afirmou que não existe laudo técnico ou pericial que comprove essa circunstância. A defesa argumenta que não há elementos suficientes para sustentar a tese de tentativa de homicídio por dolo eventual, quando o motorista assume o risco de matar.

O influenciador também contestou a alegação de que estivesse indiferente à vida das vítimas apenas por supostamente ter consumido álcool. Segundo a defesa, a eventual influência de bebida alcoólica não seria suficiente para caracterizar a intenção indireta de provocar mortes no trânsito.

Com isso, Samuel pediu à Justiça que as acusações de tentativa de homicídio sejam substituídas por crimes considerados mais brandos. Entre os pedidos apresentados, ele solicita responder por lesão corporal culposa ou, ao menos, por lesão corporal leve.

Além das acusações de tentativa de homicídio, o famoso também foi denunciado por ameaça, omissão de socorro, fuga do local do acidente e direção sob efeito de álcool e drogas. A denúncia ainda prevê indenizações de cerca de R$ 118 mil para Ivan e R$ 75 mil para Edilson, além do pagamento de R$ 75 mil por danos morais coletivos.

Na manifestação enviada à Justiça, Gato Preto também criticou a suspensão de sua carteira de habilitação. Segundo ele, a decisão foi ilegal e representaria uma antecipação indevida de pena, já que, após o acidente, não teria havido novos episódios de direção perigosa ou risco à segurança viária.