A influenciadora Rayne Luiza acusou o ex-marido, o ex-BBB Pedro Espíndola, de invadir a residência onde ela mora com a filha do casal, Aurora, em Curitiba (PR). Segundo ela, o episódio aconteceu no bairro Baixo Xaxim e terminou com um pedido de medida protetiva na Justiça.
De acordo com informações divulgadas pelo portal LeoDias, Pedro teria entrado no imóvel sem autorização e tentado acessar a casa, causando momentos de medo e tensão.
Pessoas próximas a Rayne afirmam que a situação não foi um caso isolado. Segundo esses relatos, o ex-BBB insiste em reatar o relacionamento e mantém contato frequente por meio de mensagens, ligações e vídeos. Além disso, ele também teria tentado ver a filha em outras ocasiões fora dos meios legais.
Em entrevista ao portal, Rayne detalhou o episódio e disse que Pedro alegava estar com saudades da filha.
"Depois que ele entrou pelo portão, começou a dizer que queria ver a Aurora, que eu não deixava ele ver a filha dele e que os processos da Justiça demoravam muito. Eu tentei fazer com que ele saísse da minha casa", relatou.
A influenciadora contou ainda que um amigo da família chegou ao local pouco depois e conversou com Pedro. Com receio de que uma nova tentativa de invasão acontecesse, ela permitiu que o ex-marido visse a filha por alguns minutos.
"Eu estava muito nervosa e com medo. Achei melhor deixá-lo ver a Aurora rapidamente, porque meu amigo estava lá. Depois disso, ele foi embora", afirmou.
Segundo Rayne, a decisão de recorrer à Justiça aconteceu após o agravamento da situação e tem como objetivo impedir que novos episódios semelhantes se repitam.
Pedro se pronuncia
Após a repercussão do caso, Pedro Espíndola apresentou sua versão dos fatos. O ex-BBB confirmou que foi até a residência da ex-esposa para tentar ver a filha e admitiu ter agido de forma equivocada.
"Sim, fui atrás da minha filha. Estava morrendo de saudade e a mãe dela não dava notícias. Eu errei, mas sou pai e tenho direito", declarou.
Até o momento, não há informações sobre uma decisão da Justiça em relação ao pedido de medida protetiva.