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Irmão de Diana revela que Charles III teria se apaixonado por mordomo durante casamento

Princesa teria feito a revelação ao irmão ao explicar por que pensava em se divorciar

Charles Spencer, de 62 anos, revelou que a princesa Diana (1961–1997) atribuía o fim de seu casamento com o atual rei Charles III a uma suposta paixão do então marido por um mordomo. A declaração foi feita em entrevista publicada nesta segunda-feira (21) e apresenta uma versão diferente da popularmente associada ao envolvimento do monarca com Camilla.

A revelação teria sido feita pela própria Diana durante uma conversa com o irmão, quando contou que estava pensando em se divorciar. Na época, Spencer demonstrou preocupação com a maneira como a decisão seria recebida pelo público.

“Eu disse: 'Preciso te avisar, acho que o público não vai entender isso, e podem ficar ressentidos por você estar acabando com o conto de fadas deles'”, relembrou, segundo a People.

Atual rei Charles com a princesa Diana e os príncipes Willian e Harry. Foto: Getty images 

Foi durante essa conversa que Diana teria mencionado a suposta paixão do marido. “Então ela disse: 'Bem, meu marido é apaixonado pelo mordomo dele', que é um funcionário da casa. Para ser honesto, na hora eu pensei: 'Bom, essa é mais uma razão' Era só isso que significava naquele momento”, afirmou.

A identidade do funcionário citado nunca teria sido revelada pela princesa. O próprio Spencer afirmou desconhecer quem seria o homem ao qual a irmã se referia. “Lembro de ter pensado: 'Nossa, eu não sabia disso'. Na verdade, não sei a quem ela estava se referindo especificamente, mas soou como mais um prego no caixão do casamento”, contou.

Princesa Diana com o então príncipe Charles. Foto: Getty images 

Ao explicar por que decidiu tornar públicas memórias particulares envolvendo o atual rei, Spencer afirmou que procura enxergar os personagens de sua história para além dos títulos que ocupam. Para ele, Diana permanece como figura central do relato.

“Respeito a instituição da Coroa, e sei que a maioria das pessoas na Grã-Bretanha também, especialmente a geração mais velha, mas quando escrevo este livro, não me interesso por quem as pessoas são em termos de status. Estou olhando para elas como pessoas. E a pessoa central, a única que realmente importa, é Diana”, declarou.

Memórias de Diana

Mais de duas décadas após a morte da irmã, Spencer contou que ainda mantém alguns rituais ligados à memória da princesa. Em situações importantes ou particularmente difíceis, ele costuma usar um par de abotoaduras que recebeu de Diana no final dos anos 1980.

“Há momentos em que sinto a presença de Diana ao meu lado em momentos difíceis. Se preciso entrar em alguma reunião importante, por exemplo, para resolver algo crucial, sempre uso as abotoaduras que ela me deu no final dos anos 80 como uma espécie de homenagem”, detalhou.

Capa do livro de Charles Spencer sobre sua irmã. Foto: Divulgação

O objeto também o acompanhou após uma tragédia familiar recente. “Um primo meu faleceu tragicamente por suicídio no ano passado, e eu disse aos pais dele que estava usando as abotoaduras de Diana. A memória de Diana conforta as pessoas até hoje”, completou.

Teorias sobre a morte

Spencer também abordou as teorias de que a morte de Diana teria sido provocada intencionalmente. A princesa morreu após sofrer uma grave hemorragia interna em decorrência de um acidente de carro em Paris, na França, depois de seu divórcio do então príncipe Charles.

Lady Diana Spencer. Foto: Simon Kreitem/Reuters

O conde afirmou nunca ter acreditado na existência de uma conspiração e argumentou que as circunstâncias daquela noite reforçam sua convicção.

“Eu nunca acreditei na teoria da conspiração, porque se alguém estivesse conspirando para matar alguém tão importante quanto ela, não acho que aconteceria dessa forma. Primeiro, ninguém planejou que Diana atravessasse aquele túnel naquela noite... O fato de ter terminado tragicamente em um acidente de carro, eu acho, é pura coincidência. Aliás, se eu pensasse diferente, eu diria. Simplesmente não consigo ver essa possibilidade”, afirmou.