Após o diagnóstico de Lito, Mila Seidl também passou a buscar alternativas de tratamento. Na terça-feira (25), ela informou que duas possibilidades analisadas pela família responderam aos pedidos, mas nenhuma ofereceu uma solução imediata.
A farmacêutica Ionis informou que os estudos estão fechados para novos pacientes e que não pode autorizar, neste momento, o uso compassivo do medicamento experimental.
Já o Broad Institute ofereceu uma entrevista inicial, mas Lito poderia integrar o grupo de controle, que não recebe o medicamento. Segundo Mila, a participação também exigiria uma mudança e disponibilidade sem garantia de acesso ao tratamento.
“Agora nos resta esperar um dos dois estudos abrir uma vaga. Espero que a gente tenha esse tempo”, afirmou.