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Relembre o acidente aéreo que matou os Mamonas Assassinas há 30 anos

Dinho, Bento Hinoto, Júlio Rasec, e os irmãos Sérgio e Samuel Reoli morreram em um acidente aéreo em 2 de março de 1996

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Detalhes do resgate

Horas após a colisão, as equipes de resgate dos bombeiros conseguiram chegar ao local do acidente, um ponto de complicado acesso na Serra da Cantareira, onde encontraram todos os ocupantes da aeronave já mortos. "Vi o avião passando baixinho, parecia que soltava fogo da turbina. Depois ele parou na serra'', afirmou José Reis, 28, que estava em um bar próximo à pedreira da Cachoeira, onde fica a estrada que leva ao local do acidente.

A operação de resgate teve início à meia-noite de domingo, mobilizando cerca de 30 homens do Comando de Operações Especiais da PM (COE) e outros 20 do Corpo de Bombeiros. Durante a madrugada, as equipes avançaram pela mata fechada com o auxílio de lanternas, enfrentando terreno íngreme e de difícil acesso. Ao amanhecer, por volta das 5h45, o primeiro helicóptero chegou à região, permitindo que integrantes do COE sobrevoassem a área e identificassem os destroços da aeronave. 

Às 6h45 foi encontrado o primeiro corpo. A maioria dos ocupantes do Learjet ficou irreconhecível. Os bombeiros resgataram membros dos corpos por um raio de cem metros na mata. Marcos César Carbone, 34, tio de Dinho, reconheceu o corpo do vocalista, último a ser localizado, pela única parte de seu rosto que permaneceu ligada ao tronco, um pedaço do maxilar. O vocalista perdeu um braço e uma perna. As partes resgatadas dos corpos eram embrulhadas em lonas. O COE usou serras elétricas para derrubar árvores e permitir que o helicóptero da PM pudesse carregar os cadáveres para um platô da pedreira da Cachoeira. O primeiro foi içado às 9h30 e o último, às 10h45.