O Ministério Público Eleitoral (MPE) afastou o conselheiro tutelar preso no último sábado em posse de R$ 2.450 em espécie e 66 santinhos do candidato na cidade de Paulistana. Segundo o MPE, o suspeito ainda estava com um caderno contendo nomes de eleitores associados a valores e pedidos de bens materiais.

O agente é investigado pela suposta prática do crime de corrupção eleitoral. Ao se manifestar no procedimento, o Ministério Público Eleitoral requereu o afastamento temporário do investigado do exercício da função pública de conselheiro tutelar. 

Também foram impostas ao investigado a proibição de manter contato com eleitores e testemunhas relacionados às anotações apreendidas; a proibição de ausentar-se da Comarca de Paulistana por período superior a oito dias sem prévia autorização judicial; e a obrigação de comparecer aos atos processuais e investigativos para os quais for intimado.

Na ocasião da prisão, foram apreendidos também com o investigado um aparelho celular.