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PF inicia hoje esquema de segurança para candidatos à Presidência da República

Zema, Caiado e Renan Santos vão solicitar proteção, enquanto Flávio Bolsonaro manterá escolta da Polícia Legislativa do Senado; Lula terá segurança conjunta da PF e do GSI

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  • PF inicia operação de segurança para candidatos à Presidência em 2026, após homologação em convenções partidárias.
  • Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Renan Santos planejam solicitar proteção da PF durante campanha eleitoral.
  • Segurança de Lula será integrada entre GSI e PF, enquanto Flávio Bolsonaro usará equipe da Polícia Legislativa.
  • PF mobilizará 458 servidores especializados em proteção de autoridades para garantir segurança eleitoral.
  • Operação contará com monitoramento em tempo real e integração com forças estaduais e municipais de segurança.
Da esquerda para a direita: Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Romeu Zema(Novo), Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão) | Foto: Reprodução/Arte CNN Brasil
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A Polícia Federal (PF) inicia nesta segunda-feira (20) a operação de segurança destinada aos candidatos à Presidência da República nas Eleições 2026. O serviço será disponibilizado aos candidatos homologados em convenções partidárias que solicitarem formalmente a proteção.

Os candidatos Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão) informaram que pretendem solicitar o serviço.

Lula terá segurança compartilhada

No caso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, a segurança durante a campanha será realizada de forma integrada entre o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e a Polícia Federal. Já a assessoria do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) informou que o parlamentar manterá a equipe da Polícia Legislativa do Senado, dispensando o serviço oferecido pela PF.

Equipes especializadas

As equipes de segurança serão formadas por delegados, agentes e escrivães especializados na proteção de autoridades. Segundo a Diretoria de Proteção à Pessoa da PF, mais de 600 servidores foram capacitados entre 2025 e 2026 para essa missão, dos quais até 458 poderão ser mobilizados durante o período eleitoral.

Antes do início da operação, a corporação realizou uma avaliação para classificar os candidatos em quatro níveis de risco: muito alto, alto, moderado e baixo.

Investimento previsto

A Polícia Federal estima gastar cerca de R$ 95 milhões para garantir a segurança de até dez candidaturas à Presidência da República. Os recursos serão destinados à mobilização das equipes, contratação de serviços e aquisição de equipamentos, entre eles:

  • veículos blindados;
  • coletes balísticos de alto desempenho;
  • sistemas antidrones;
  • kits antibombas.

Segundo a PF, os critérios de proteção serão técnicos e aplicados de forma igualitária a todos os candidatos atendidos.

Monitoramento em tempo real

As operações serão coordenadas pela Sala Nacional de Comando e Controle, em Brasília, que acompanhará em tempo real as agendas e o deslocamento das equipes para prestar suporte logístico e operacional. A atuação da Polícia Federal ocorrerá em integração com as forças de segurança estaduais e municipais, com o objetivo de reduzir impactos na rotina das campanhas eleitorais.

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