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Presidente sobre eventual Lula 4: Não quero Lulinha paz e amor, quero Lulinha porreta

Durante o discurso, Lula afirmou que pretende adotar uma postura mais combativa na disputa.

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  • Lula oficializa candidatura à reeleição no PT em convenção em São Paulo.
  • Presidente promete campanha mais combativa e críticas à extrema-direita.
  • Campanha eleitoral começa oficialmente em 16 de agosto com evento no ABC Paulista.
  • Lula reconhece limitações do terceiro mandato e pede desculpas por decisões não cumpridas.
Presidente Lula | Foto: Ricardo Stuckert/PR
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convenção nacional do PT, realizada neste domingo (2), em São Paulo, oficializou a candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à reeleição e antecipou o tom que deverá marcar a campanha eleitoral, que começa oficialmente em 16 de agosto.

Durante o discurso, Lula afirmou que pretende adotar uma postura mais combativa na disputa.

Eu não quero o Lulinha paz e amor, quero o Lulinha porreta, declarou.

Ao encerrar o evento, o presidente também fez críticas à oposição.

Não temos o direito de permitir que a extrema-direita volte a comandar este país, afirmou.

Campanha começa em 16 de agosto

Embora já tenha sido oficializado como candidato, Lula só poderá realizar atos de campanha e pedir votos a partir de 16 de agosto, conforme estabelece a legislação eleitoral. O presidente anunciou que o primeiro evento oficial da campanha será realizado no Estádio Vila Euclides, em São Bernardo do Campo (SP), cidade considerada o berço do movimento sindical do ABC Paulista.

Ao convidar os apoiadores para o ato, Lula afirmou:

Lá, nós vamos mostrar café no bule. Lá vocês vão ver a cobra fumar. Lá vocês vão ver o começo da grande vitória.

Balanço do terceiro mandato

Durante o discurso, Lula reconheceu que seu governo não conseguiu cumprir todos os compromissos assumidos, mas defendeu os resultados alcançados ao longo do mandato.

Essa eleição agora é para definir que País vamos deixar, do ponto de vista das coisas que ainda não fizemos. Nem sempre pude entregar tudo do jeito que vocês queriam, mas quando a gente governa, a gente não faz tudo que a gente quer, a gente faz muita coisa que a gente pode fazer.

Pedido de desculpas

Na parte final da fala, o presidente afirmou que governar exige escolhas e pediu desculpas por decisões e promessas que não foram concretizadas.

Governar é decidir. Toda vez que você toma decisão, você tem que escolher um lado. E muitas vezes você não consegue tomar as decisões. Peço desculpas pelos erros que cometi, pelas coisas que não fiz. Mas nosso governo está dando armas, argumentos que vocês nunca tiveram na história desse país, concluiu.

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