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Deolane Bezerra já havia sido presa antes de operação contra PCC

Em setembro de 2024, Deolane foi presa preventivamente durante uma operação realizada em Pernambuco que investigava uma suposta organização criminosa envolvida com jogos ilegais

A influenciadora e advogada Deolane Bezerra voltou ao centro das manchetes nesta quinta-feira (21), após ser presa durante uma operação do Ministério Público de São Paulo e da Polícia Civil que investiga um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC. No entanto, esta não é a primeira vez que a famosa enfrenta problemas com a Justiça.

Em setembro de 2024, Deolane foi presa preventivamente durante uma operação realizada em Pernambuco que investigava uma suposta organização criminosa envolvida com jogos ilegais e lavagem de dinheiro. Na época, a influenciadora foi alvo da Operação Integration, conduzida pela Polícia Civil pernambucana, e acabou encaminhada para a Colônia Penal Feminina do Recife.

PRIMEIRA PRISÃO

Na ocasião, as investigações apontavam movimentações financeiras consideradas suspeitas e possíveis conexões com plataformas de apostas. Deolane negou qualquer irregularidade e afirmou ser vítima de perseguição. A prisão teve grande repercussão nas redes sociais e mobilizou fãs, familiares e influenciadores, que acompanharam o caso de perto.

Após alguns dias detida, a advogada conseguiu habeas corpus e deixou a unidade prisional. Mesmo em liberdade, ela continuou sendo investigada pelas autoridades. O episódio marcou a primeira vez em que Deolane foi presa e acabou ampliando ainda mais a exposição da influenciadora na mídia nacional.

Deolane Bezerra — Foto: Reprodução/Instagram

NOVA OPERAÇÃO

Nesta quinta-feira (21), Deolane voltou a ser presa durante a Operação Vérnix, deflagrada pelo MP-SP e pela Polícia Civil. A ação mira um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Além dela, Everton de Souza, apontado como operador financeiro do grupo, também foi preso.

Segundo as investigações, a organização utilizava uma transportadora de cargas sediada em Presidente Venceslau, interior paulista, para movimentar recursos ilícitos da facção criminosa. A operação também teve como alvo Marco Herbas Camacho, o Marcola, apontado como líder do PCC e que já cumpre pena em presídio federal.

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