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Globo demite três chefões após fracasso na Copa do Mundo 2026

Três chefões da globo são demitidos após fracasso na copa do mundo 2026, decisão de não adquirir direitos gerou críticas

  • A Globo realizou uma das maiores mudanças em sua cúpula nos últimos dez anos, com a saída de três executivos.
  • Amauri Soares pode ganhar mais espaço na direção da TV e dos Estúdios Globo com apoio do conselho.
  • A Copa do Mundo de 2026 foi o fator que motivou a reestruturação da cúpula da emissora.
  • Manuel Belmar e Pedro Garcia foram responsabilizados por não adquirir os direitos de transmissão da Copa.
  • A Globo reconheceu internamente que a decisão de não adquirir todos os jogos foi um erro.
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A Globo fez uma das maiores mudanças em sua cúpula dos últimos dez anos. Nesta sexta-feira (04), três executivos deixaram o grupo: Manuel Belmar, diretor de Finanças e Estrutura; Manuel Falcão, de Marca e Comunicação Institucional; e Pedro Garcia, de Direitos Esportivos.

Nos bastidores, a expectativa é de que Amauri Soares, atual diretor-executivo da TV e dos Estúdios Globo, ganhe ainda mais espaço, com apoio do conselho de administração. As informações foram adiantadas pela coluna Outro Canal, da Folha de São Paulo.

Fernando Ramos, diretor-executivo de Parcerias Estratégicas de Distribuição, também pode ampliar sua atuação. A possibilidade de sua saída chegou a ser considerada, mas a tendência é que ele permaneça na empresa e assuma novas áreas. 

A Copa do Mundo de 2026 teria sido o pivô da dança das cadeiras na emissora dos Marinho. Manuel Belmar e Pedro Garcia teriam sido responsabilizados por não adquirir os direitos de transmissão dos 104 jogos do Mundial, deixando mais de 50 partidas exclusivas da CazéTV.

Ainda segundo a publicação, a situação ganhou peso depois que o conselho de administração foi informado de que a Fifa havia procurado a Globo no segundo semestre de 2025 para oferecer o pacote completo da competição. 

Na época, Belmar e Garcia teriam recusado a aquisição sob o argumento de que a transmissão de todos os jogos poderia provocar uma espécie de saturação do Mundial para o público. O resultado foi catastrófico para a vênus de prata

A avaliação teria mudado após a realização da Copa, disputada entre junho e julho. De acordo com a apuração da Folha, a própria Globo teria reconhecido internamente que a decisão de não adquirir todos os jogos foi um erro.


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