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Malévola Alves paga fiança após ser presa no Egito, diz assessoria

Segundo a assessoria da criadora de conteúdo informou ao Metrópoles, o valor foi de 110 mil libras egípcias, cerca de R$ 10,1 mil

  • Influenciadora Malévola Alves e brasileira Bruna foram presas em Alexandria, no Egito, na terça-feira (20/10).
  • Fiança de 110 mil libras egípcias foi paga nesta quarta-feira (21/10), mas ainda não há confirmação de liberação.
  • Prisão ocorreu após divulgação de vídeos com conteúdo sexual e assédio em locais públicos, segundo o Ministério do Interior.
  • As brasileiras relataram que passaportes foram retidos e foram questionadas sobre identidade durante o interrogatório.
  • Retorno ao Brasil estava previsto para a tarde desta quarta-feira, mas não há confirmação de embarque.
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A fiança da influenciadora Malévola Alves foi paga nesta quarta-feira (21/10), após sua prisão em Alexandria, no Egito, junto com a brasileira Bruna, na terça-feira (20/10). Segundo a assessoria da criadora de conteúdo informou ao Metrópoles, o valor foi de 110 mil libras egípcias, cerca de R$ 10,1 mil, mas ainda não há confirmação de que as duas foram liberadas.

Brasileiras seguem sem paradeiro confirmado

Apesar do pagamento, a equipe de Malévola afirmou que ainda não recebeu informações sobre o paradeiro das brasileiras. O voo de retorno das duas ao Brasil estava previsto para a tarde desta quarta-feira, mas não há confirmação de que elas conseguirão embarcar.

A prisão ocorreu após a divulgação de vídeos nas redes sociais. De acordo com o Ministério do Interior egípcio, as gravações mostram comportamentos de conotação sexual e assédio a pedestres em locais públicos. A legislação do país prevê punições para atos considerados atentatórios ao pudor, gestos de natureza sexual direcionados a terceiros e publicações que violem os valores familiares locais.

Antes da confirmação da prisão, Malévola relatou aos seguidores que ela e Bruna tiveram os passaportes retidos e foram levadas a uma delegacia durante um passeio. A influenciadora também contou que os policiais questionaram se as duas eram mulheres trans. Até o momento, as autoridades egípcias não divulgaram quais dispositivos legais foram formalmente aplicados ao caso.

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