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Saiba qual a relação entre a We Pink, empresa de Virginia, e a facção PCC

Reportagem da revista Piauí revela detalhes sobre a WePink, empresa de Virginia Fonseca, e a relação com o PCC

A WePink, marca de cosméticos associada à influenciadora Virginia Fonseca, voltou ao centro das atenções após uma reportagem da revista Piauí detalhar a origem da empresa e a trajetória de seus fundadores. Segundo a publicação, a história da marca passa pela expansão da Pink Lash, rede de estética criada por Samara Cahanovich Martins e Thiago Stabile, anos antes do lançamento da WePink.

Saiba qual a relação entre a We Pink, empresa de Virginia, e a facção PCC / Foto - Reprodução

Fundada em 2017, a Pink Lash começou como um salão especializado em design de sobrancelhas e cílios no bairro do Cambuci, em São Paulo. O negócio cresceu rapidamente, em 2020 a empresa investiu fortemente em marketing digital e passou a se aproximar de influenciadores, incluindo Virginia Fonseca.

JAPA DO PCC

A reportagem afirma que a Pink Lash tinha como sócia a enfermeira Karen de Moura Tanaka Mori, conhecida como “Japa do PCC”, viúva de Wagner Ferreira da Silva, apontado pelas autoridades como uma liderança da facção criminosa PCC. 

Em entrevista à revista, Mori declarou que investiu cerca de R$ 800 mil na abertura da primeira unidade da rede e afirmou que os recursos vieram da venda de um veículo pertencente ao marido. Segundo seu relato, ela possuía 50% da sociedade ao lado de Martins e Stabile.

Com o passar dos anos, a relação entre os sócios teria se deteriorado. Ainda de acordo com a publicação, Mori acabou deixando o negócio após divergências com os demais parceiros. Paralelamente, Samara Martins e Thiago Stabile se associaram ao empresário Chaopeng Tan para lançar a WePink, marca de cosméticos criada em 2021.

Saiba qual a relação entre a We Pink, empresa de Virginia, e a facção PCC / Foto - Reprodução

WE PINK

O crescimento da empresa foi acelerado. Com forte presença nas redes sociais e estratégias de vendas ao vivo lideradas por Virginia Fonseca, a WePink registrou uma expansão expressiva. Dados citados pela revista apontam faturamento de centenas de milhões de reais nos primeiros anos de operação, alcançando mais de R$ 1 bilhão em 2025.

Segundo a reportagem, a revista procurou Samara Martins e Thiago Stabile para comentar a origem da sociedade na Pink Lash e os questionamentos envolvendo antigos investidores. Os empresários, no entanto, não concederam entrevista nem responderam às perguntas encaminhadas pela publicação.

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