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Tati Machado desabafa sobre incômodo com comentário após perda gestacional

Ao falar sobre o período de luto, a apresentadora relembrou a dificuldade de lidar com a ausência do bebê e compartilhou situações que ainda despertam incômodo

  • Tati Machado revelou que levou seis meses para entrar no quarto de Gael, seu filho falecido aos oito meses de gestação.
  • A apresentadora descreveu o luto como um processo gradual, com dificuldade em lidar com a ausência do bebê.
  • Tati rejeitou a expressão "mãe de anjo", afirmando que não se identifica com essa caracterização.
  • Ela destacou a importância de ouvir pessoas em luto, em vez de oferecer conselhos ou tentar resolver a dor.
  • Tati compartilhou experiências que ainda geram incômodo, reforçando a necessidade de empatia e acolhimento.
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Tati Machado revelou nas redes sociais, nesta semana, que levou seis meses para conseguir entrar no quarto preparado para Gael, seu filho, que morreu aos oito meses de gestação. Ao falar sobre o período de luto, a apresentadora relembrou a dificuldade de lidar com a ausência do bebê e compartilhou situações que ainda despertam incômodo.

LUTO E ACOLHIMENTO

Segundo Tati, o processo de enfrentamento da perda aconteceu aos poucos. “No luto é um dia de cada vez, uma hora de cada vez. Eu demorei seis meses para entrar no quartinho dele. Eu fiz questão de segurar, mas eu não segurei tanto quanto eu gostaria de ter segurado”, contou.

A apresentadora também afirmou que não se identifica com a expressão “mãe de anjo”, usada por algumas pessoas ao se referirem a mulheres que perderam os filhos durante a gestação. “Sempre falam assim: ‘Ah, você é mãe de anjo?’. Eu não queria ser mãe de anjo, não. A verdade é essa!”, reclamou.

Ao comentar sobre como amigos e familiares podem ajudar alguém que enfrenta uma perda gestacional, Tati destacou a importância de ouvir, sem tentar encontrar respostas ou conselhos para diminuir a dor. “Eu acho que mais do que conselho, o conselho é para quem não está passando, mas conhece alguém que está: seja escuta, não precisa falar nada, pois falar ajuda a curar a gente de alguma maneira, ajuda no processo da dor e do luto, por isso gostamos tanto de falar”, acrescentou.

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