Valéria Zoppello e Dinho, vocalista do Mamonas Assassinas. |
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Valéria Zoppello, que namorava Dinho na época do acidente que matou os integrantes da banda Mamonas Assassinas, voltou a ter o nome lembrado após a decisão de exumar os corpos dos músicos, 30 anos depois da tragédia aérea de 1996.
Dinho e Valéria Zoppello. Foto: Reprodução
Atualmente, Valéria atua como fotógrafa e é proprietária do Orquidário Cantareira, localizado na Serra da Cantareira, em São Paulo, onde comercializa diferentes espécies de orquídeas. Nas redes sociais, ela se apresenta como viajante e amante da natureza e dos animais, e costuma compartilhar registros das plantas cultivadas no espaço.
Valéria Zoppello. Foto: Reprodução
Com mais de 150 mil seguidores no Instagram, a fotógrafa ainda recebe com frequência mensagens de fãs que mencionam o antigo relacionamento com o vocalista. Em uma publicação feita em janeiro de 2024, Valéria comentou sobre o passado ao afirmar que viveu um relacionamento verdadeiro com o artista.
Dinho e Valéria Zoppello. Foto: Reprodução
A exumação dos corpos de Dinho, Bento Hinoto, Samuel Reoli, Júlio Rasec e Sérgio Reoli ocorre como parte da criação do Jardim BioParque Memorial Mamonas.
Dinho, Bento Hinoto, Samuel Reoli, Júlio Rasec e Sérgio Reoli. Foto: Reprodução.
O espaço será implantado no Cemitério Primaveras, em Guarulhos, na Região Metropolitana de São Paulo, onde os músicos estão sepultados. A proposta do memorial é utilizar as cinzas após a cremação no plantio de árvores com espécies nativas, formando um jardim em homenagem à trajetória do grupo. A iniciativa também permitirá que moradores do município utilizem o local para plantar árvores com as cinzas de seus familiares.