Lázaro Ramos como o vilão Jendal |
Foto: Reprodução/TV Globo
Em A Nobreza do Amor, Jendal (Lázaro Ramos) mostrará sua face autoritária em Batanga ao ordenar a repressão contra trabalhadores em greve. A sequência irá ao ar nos próximos capítulos, quando o monarca decide agir após ser informado sobre as reivindicações dos mineradores. O confronto acontece porque os operários exigem melhores condições e é desencadeado quando o rei manda a guarda usar a força para conter a rebelião.
Greve nas minas
A tensão começa quando os ingleses aliados do golpe avisam sobre a paralisação nas minas. “Eles querem uma redução na jornada de trabalho e aumento do salário”, dirá o corrupto Mr. Campbell (Michel Blois). “E também exigem mais segurança nas minas.” O comentário irrita Jendal, que não aceita as demandas dos trabalhadores.
“Exigem!?”, questionará Jendal. “Eu não admito insubordinações! Dumi, reúna a guarda, vá até lá e acabe com essa desordem! Use a força se for preciso, mas ponha um fim a essa rebelião!”, ordenará o vilão. Apesar da determinação, Dumi (Licínio Januário), que finge lealdade ao rei, tentará evitar o confronto direto com os manifestantes.
A resistência será liderada por Ngozi (Paulo Guidelly) e Akin (André Luiz Miranda), que não recuarão diante da pressão militar. “Nós não vamos arredar pé daqui! Tudo o que pedimos é que os trabalhadores das minas tenham um tratamento humano, só isso!”, dirá Ngozi. Dumi, dividido, responderá: “Nesse caso, lamento, mas vocês não me deixam alternativa se não cumprir as ordens do rei!”, antes de autorizar o avanço.
Durante o embate, a situação sairá do controle e Ngozi acabará morto, deixando Akin e o próprio Dumi desesperados. A tragédia marcará uma virada dramática na trama e evidenciará o endurecimento do reinado de Jendal, que passará a governar Batanga com mão ainda mais pesada.