Exclusivo Deputado propõe cota para policiais e guardas em pós nas universidades

O projeto busca promover a qualificação desses agentes e fortalecer o sistema de segurança do país.

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Um projeto de lei foi protocolado na Câmara dos Deputados pelo deputado federal Eriberto Medeiros (PSB-PE) com o objetivo de estabelecer a reserva de vagas nos programas de pós-graduação das universidades federais para profissionais de segurança pública. O projeto busca promover a qualificação desses agentes e fortalecer o sistema de segurança do país.

De acordo com o projeto, seria instituída a criação de 5% das vagas de mestrado e doutorado nas instituições federais de educação superior vinculadas ao Ministério da Educação, em cada concurso seletivo, por curso e turno, destinadas aos profissionais de segurança pública. As forças de segurança abrangidas pela lei incluiriam a Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Federal, Polícia Penal, Polícia Científica, Guardas municipais e demais órgãos e entidades relacionados à segurança pública.

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Eriberto Medeiros é o autor do projeto de lei (Foto: Agência Câmara)A justificativa do projeto destaca a importância da formação acadêmica de qualidade para os profissionais da segurança pública, permitindo-lhes compreender e lidar de maneira mais eficiente com os desafios da área, como a prevenção e investigação de crimes, gestão de crises e desenvolvimento de políticas de segurança. Além disso, a oportunidade de realizar cursos de mestrado e pós-graduação contribuiria para a valorização desses profissionais e sua progressão na carreira.

A proposta visa, portanto, promover a inclusão desses profissionais em um ambiente acadêmico de excelência, possibilitando a ampliação de conhecimentos, troca de experiências e desenvolvimento de pesquisas aplicadas à segurança pública.

O projeto aguarda o apoio dos parlamentares para sua aprovação, sendo considerado uma importante medida de desenvolvimento da área de segurança pública e valorização dos profissionais que atuam nesse setor. Caso aprovado, a lei entrará em vigor um ano após sua publicação.

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