A orientação da especialista consultada pelo Portal Drauzio Varella é não esperar que os escapes aumentem para buscar atendimento. Mesmo uma pequena perda de urina merece atenção, principalmente quando passa a acontecer com frequência.
A fisioterapia pélvica está entre as formas menos invasivas de tratamento e pode ajudar no fortalecimento e na conscientização da musculatura do assoalho pélvico. A avaliação profissional também permite identificar o tipo de incontinência e definir a melhor estratégia para cada caso.
É importante ainda não reduzir o consumo de água como tentativa de evitar os escapes. Segundo a especialista, essa prática não trata a incontinência e pode causar desidratação.
A incontinência urinária pode afetar mulheres de diferentes idades e não deve ser encarada simplesmente como uma consequência inevitável do envelhecimento. Procurar orientação médica nos primeiros sinais pode ajudar a evitar a evolução do problema e preservar a qualidade de vida.