Sim. Nem toda arritmia é grave, mas toda precisa de acompanhamento. O tratamento varia: pode incluir medicamentos para controlar o ritmo, anticoagulantes para evitar coágulos, mudança de hábitos e, em alguns casos, procedimentos como ablação ou implante de marca-passo e desfibrilador. Controlar a pressão, o diabetes, parar de fumar, reduzir álcool e cafeína, praticar atividade física com orientação e manter uma alimentação equilibrada ajudam a prevenir e controlar o problema.