SEÇÕES

AVC também pode atingir jovens: conheça os sinais de alerta e saiba como prevenir - Como funciona o tratamento do AVC?

Fatores como hipertensão arterial, obesidade, diabetes, tabagismo e sedentarismo podem contribuir para o surgimento precoce de problemas cardiovasculares e aumentar o risco da doença. - Como funciona o tratamento do AVC?

Slide 6 de 6

Como funciona o tratamento do AVC?

Siga-nos no

O tratamento depende do tipo de AVC, do tempo transcorrido desde o início dos sintomas e das condições clínicas do paciente. Em determinados casos de AVC isquêmico, podem ser utilizados medicamentos para dissolver o coágulo. Alguns pacientes também podem receber indicação de trombectomia mecânica, procedimento endovascular que permite retirar a obstrução de um vaso sanguíneo.

No AVC hemorrágico, o tratamento pode envolver o controle da pressão arterial, medidas para controlar o sangramento e, em situações específicas, procedimentos cirúrgicos. A escolha da conduta depende de uma avaliação rápida e especializada. Nem todos os tratamentos são indicados para todos os pacientes, o que reforça a importância de procurar atendimento imediatamente diante da suspeita.

Quais sequelas o AVC pode deixar?

As consequências variam de acordo com a região do cérebro atingida, a extensão da lesão e a rapidez com que o atendimento é iniciado. Entre as possíveis sequelas estão dificuldades para movimentar partes do corpo, alterações visuais, problemas de fala e linguagem, perda de memória, dificuldade para engolir e mudanças emocionais ou cognitivas.

A recuperação pode exigir acompanhamento multidisciplinar, com profissionais de fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicologia e medicina. O plano de reabilitação é individualizado e busca recuperar funções, quando possível, e ampliar a autonomia do paciente.

“Quanto mais cedo o atendimento começa, maiores são as possibilidades de preservar funções neurológicas e reduzir a gravidade das sequelas. E, depois da emergência, a reabilitação é fundamental para recuperar a maior autonomia possível”, destaca o neurologista.

VER COMENTÁRIOS

Carregue mais
ACESSE NOSSO
CANAL NO ZAP