Para a maioria das pessoas, as evidências disponíveis atualmente não indicam a necessidade de evitar especificamente o pescoço por causa da proximidade com a tireoide. Também não há evidências de que o uso de perfume cause câncer. O principal cuidado deve estar relacionado a possíveis reações da pele ou à sensibilidade individual aos componentes da fragrância.
Se o perfume provocar ardência, vermelhidão ou uma erupção com coceira, a recomendação é interromper o uso sobre a pele e procurar avaliação médica caso os sintomas persistam.
Além disso, produtos classificados como “naturais” não são necessariamente menos irritantes ou alergênicos. Óleos essenciais também podem provocar dermatite de contato.