Segundo a estimativa mais recente do INCA, o Brasil deverá registrar 19.310 novos casos de câncer do colo do útero por ano no triênio 2026–2028.
Entre as mulheres brasileiras, o tumor é o terceiro tipo de câncer mais incidente, atrás dos cânceres de mama e de cólon e reto, quando os tumores de pele não melanoma são excluídos.
A ocorrência da doença também varia entre as regiões brasileiras. As maiores taxas de incidência estão concentradas nas regiões Norte e Nordeste, onde diferenças no acesso à vacinação, rastreamento, diagnóstico e tratamento contribuem para o cenário.
No mundo, a Organização Mundial da Saúde estima que ocorreram cerca de 604 mil novos casos de câncer do colo do útero em 2024, com aproximadamente 280 mil mortes.
O caso de Carolana reforça a importância de manter os cuidados preventivos mesmo quando não há sintomas. Vacinação, rastreamento, acompanhamento médico e acesso ao tratamento são estratégias que atuam em diferentes etapas para reduzir o impacto da doença.