A morte do influenciador e fisiculturista Gabriel Ganley, de 22 anos, reacendeu o alerta entre especialistas sobre os riscos de protocolos extremos utilizados no fisiculturismo, principalmente durante o período de preparação para competições.
Segundo o atestado de óbito, o jovem morreu após um quadro de cardiomiopatia hipertrófica, condição que afeta o músculo cardíaco e pode provocar arritmias graves e morte súbita. Gabriel foi encontrado morto por um amigo no último sábado (23).
Nas redes sociais, o atleta havia relatado que iniciou, em junho de 2025, o uso de hormônios para competir na categoria Open do fisiculturismo. O caso também trouxe atenção para práticas comuns entre atletas do esporte, como manipulação de sal, redução extrema de água e uso de diuréticos para aumentar a definição muscular.