Como exame de sangue pode prever risco de câncer de pulmão até cinco anos antes
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A pesquisa foi conduzida por uma equipe com mais de 100 cientistas, liderada pelo pesquisador Charles Swanton, do Francis Crick Institute, no Reino Unido.
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O achado também ajuda a explicar por que algumas pessoas fumam durante décadas sem desenvolver câncer de pulmão, enquanto outras, que nunca tiveram contato com o cigarro, acabam recebendo o diagnóstico. Para os pesquisadores, mais importante do que a exposição aos fatores de risco pode ser a forma como o organismo responde a esses danos.
Hoje, o rastreamento do câncer de pulmão é recomendado principalmente para fumantes ou ex-fumantes com alto histórico de consumo de cigarros. Esse critério, no entanto, deixa de fora pessoas que fumaram menos, abandonaram o hábito há muitos anos ou nunca fumaram, grupo que representa uma parcela crescente dos casos da doença, especialmente aqueles relacionados a mutações no gene EGFR.