Queiroz Neto afirma que os tipos mais frequentes de conjuntivite causadas pelo uso indiscriminado de colírios são a viral que tem secreção viscosa e a bacteriana caracterizada pela secreção purulenta. Vermelhidão, pálpebras inchadas, dor e sensação de areia nos olhos são os sintomas em comum. O tratamento dura de uma a duas semanas, sendo mais longo na viral. O tratamento consiste em aplicar três vezes ao dia compressas frias na viral e compressas quentes na bacteriana para ajudar o olho expelir a infecção. O uso de colírios só deve ser adotado sob prescrição médica. A dica do especialista é ocluir o canto interno do olho a cada instilação para evitar efeitos colaterais sistêmicos.