Veja 10 superalimentos para incluir na dieta
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Frutas vermelhas: morango, amora, framboesa e mirtilo são fontes de vitamina C e compostos antioxidantes, como as antocianinas. Essas substâncias ajudam a proteger as células contra danos oxidativos. O consumo dessas frutas também pode contribuir para a saúde cardiovascular quando associado a uma alimentação equilibrada.
Peixes: salmão, sardinha e alguns tipos de atum fornecem proteínas e ômega-3, gordura importante para o funcionamento do organismo. O consumo regular de peixes, especialmente os mais ricos em ômega-3, está associado a benefícios para a saúde do coração. A sardinha também é uma alternativa acessível e nutritiva.
Folhagens verde-escuras: couve, espinafre, agrião e rúcula apresentam vitaminas, minerais e fibras. Esses vegetais contribuem para a saúde intestinal e fornecem nutrientes importantes para ossos e outras funções do organismo. O ferro presente nas folhas é de origem vegetal e tem absorção menor que o encontrado nas carnes, mas pode ser melhor aproveitado quando combinado com alimentos ricos em vitamina C.
Nozes e castanhas: amêndoas, nozes, castanha-do-pará e castanha de caju fornecem gorduras insaturadas, fibras e minerais. Quando consumidas em porções moderadas, especialmente em substituição a alimentos ricos em gorduras saturadas, podem contribuir para o controle do colesterol. A castanha-do-pará exige atenção à quantidade devido à elevada concentração de selênio.
Azeite de oliva extravirgem: rico em gorduras monoinsaturadas e compostos antioxidantes, é um dos alimentos característicos da dieta mediterrânea. Seu consumo, principalmente como substituto de gorduras menos saudáveis, pode favorecer a saúde cardiovascular. Apesar dos benefícios, deve ser utilizado com moderação por ser calórico.
Grãos integrais e sementes: aveia, quinoa, arroz integral e linhaça são opções que fornecem fibras e diferentes nutrientes. A aveia, por exemplo, contém betaglucanas, fibras solúveis que podem ajudar no controle do colesterol. Esses alimentos também contribuem para a saciedade e o funcionamento intestinal.
Iogurte natural: fonte de proteínas e cálcio, o iogurte pode contribuir para a saúde dos ossos e complementar uma alimentação equilibrada. Produtos que contêm culturas vivas também podem favorecer a microbiota intestinal, embora os efeitos dependam dos microrganismos presentes. Vale priorizar versões sem adição excessiva de açúcar.
Vegetais crucíferos: brócolis, couve-flor, repolho e couve-de-bruxelas são ricos em fibras, vitaminas e compostos bioativos, como os glucosinolatos. Essas substâncias são estudadas por possíveis efeitos protetores sobre as células, mas não há garantia de prevenção do câncer pelo consumo isolado desses vegetais.
Legumes variados: cenoura, abobrinha, beterraba e berinjela ajudam a diversificar a alimentação e fornecem fibras, vitaminas e minerais. A cenoura se destaca pelo betacaroteno, que o organismo pode converter em vitamina A, importante para a visão e a imunidade. Já a beterraba contém compostos que vêm sendo estudados por seus possíveis efeitos sobre a circulação.
Tomate: fonte de vitamina C, potássio e licopeno, um antioxidante responsável pela coloração vermelha do alimento. O licopeno é estudado por sua possível relação com a saúde cardiovascular. Seu aproveitamento pelo organismo pode aumentar quando o tomate é cozido e consumido com uma pequena quantidade de gordura, como azeite.