Evidências acumuladas ao longo das últimas décadas reforçam que os efeitos do álcool são progressivos e cumulativos. Publicações científicas recentes indicam que mesmo o consumo leve está associado ao aumento do risco de doenças hepáticas e outros agravos à saúde.
Esses achados sustentam a recomendação de que reduzir a ingestão alcoólica, independentemente da quantidade atual, já representa um benefício concreto para o organismo. A abordagem preventiva, portanto, tem ganhado destaque nas orientações de saúde pública.