As pimentas possuem diferentes compostos responsáveis pelo sabor picante. Nas variedades mais ardidas, destaca-se a capsaicina, enquanto a pimenta-preta contém principalmente piperina.
A capsaicina é estudada por seus efeitos sobre o metabolismo e por propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias. Isso não significa, porém, que comer pimenta seja suficiente para fortalecer as defesas do organismo ou evitar doenças.
O ingrediente pode ser incorporado às refeições de acordo com a tolerância de cada pessoa. Molhos, carnes, feijão, sopas, legumes e preparações com ovos são algumas opções.
Quem apresenta desconforto gastrointestinal ao consumir alimentos picantes deve moderar a quantidade ou evitar o ingrediente, conforme orientação profissional.