O câncer colorretal apresenta altas chances de cura, especialmente quando diagnosticado em fases iniciais. Por isso, a realização de exames de rotina é fundamental para aumentar as chances de sucesso no tratamento.
Renata D’Alpino alerta que ainda existem muitos tabus em torno do rastreamento preventivo, o que contribui para a baixa adesão aos exames, inclusive entre pessoas com maior risco. “Em muitos casos, o tumor só é identificado tardiamente, quando já surgiram sintomas mais graves, como anemia, alterações persistentes do hábito intestinal, fraqueza, gases, cólicas e emagrecimento”, destaca.
A oncologista também chama atenção para o fato de que o sangue nas fezes, um dos sinais iniciais da doença, costuma ser subestimado. “Muitas pessoas associam esse sintoma a condições comuns, como hemorróidas, e acabam adiando a procura por avaliação médica. Isso faz com que o diagnóstico ocorra apenas em estágios avançados”, completa.