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Doenças no Carnaval: Veja como cair na folia sem perder de vista a saúde - Riscos invisíveis da folia

Em meio à folia e aos encontros intensos, cuidados simples podem evitar infecções e garantir que a festa termine apenas com boas lembrança - Riscos invisíveis da folia

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Riscos invisíveis da folia

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O Carnaval é um dos períodos mais aguardados do ano e movimenta milhares de pessoas em blocos de rua, festas e eventos por todo o país. A celebração é marcada por música, dança e intensa interação social. No entanto, em meio à euforia, é importante lembrar que ambientes com grande circulação de pessoas favorecem a transmissão de doenças.

Durante a folia, é comum a troca de beijos entre pessoas que muitas vezes acabaram de se conhecer. Em um único dia, alguns foliões podem ter diversos contatos diretos com saliva. Esse comportamento aumenta o risco de transmissão de vírus, bactérias e fungos, especialmente quando há lesões aparentes na boca.

Entre as doenças associadas ao beijo está a mononucleose infecciosa, conhecida popularmente como “doença do beijo”. Causada pelo vírus Epstein-Barr, ela pode apresentar sintomas como febre, dores no corpo, cansaço intenso e aumento dos gânglios. O período de incubação pode chegar a 30 dias, o que dificulta a associação imediata com o contato ocorrido durante o Carnaval.

Além da mononucleose, a herpes labial também merece atenção. O contato direto com lesões ativas facilita a transmissão do vírus, que pode permanecer no organismo e se manifestar em momentos de baixa imunidade. Evitar beijar pessoas com feridas visíveis e manter cuidados básicos de higiene são medidas importantes para reduzir riscos.

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