Os pesquisadores ressaltam que a maioria dos estudos disponíveis utilizou questionários respondidos pelos próprios participantes, o que pode gerar limitações metodológicas. Além disso, fatores como número de parceiros sexuais, atividade física, peso corporal e outras características individuais também podem influenciar os resultados encontrados.
Dessa forma, embora exista evidência científica sugerindo uma associação entre maior frequência ejaculatória e menor risco de alguns tipos de câncer de próstata, ela não deve ser interpretada como uma garantia de prevenção.