Os especialistas ressaltam que a principal forma de proteção é garantir que a criança tenha pelo menos um adulto presente, capaz de oferecer acolhimento, afeto, segurança e estabilidade emocional. Também é importante manter uma rotina previsível, ouvir a criança, validar seus sentimentos e evitar que ela seja exposta continuamente a conflitos familiares, violência e outras situações traumáticas.
Mudanças significativas no comportamento podem indicar sofrimento emocional e merecem atenção. Entre os sinais de alerta estão agressividade, isolamento, alterações no sono e no apetite, queda no rendimento escolar, baixa autoestima e sensação de incapacidade. Nesses casos, a orientação é procurar avaliação profissional o quanto antes.