A pesquisa utilizou um modelo computadorizado com cerca de 250 mil adultos nos Estados Unidos que eram elegíveis ao uso de estatinas, medicamentos utilizados para reduzir o colesterol, mas que ainda não apresentavam doenças cardiovasculares.
Os cientistas compararam três estratégias para orientar o tratamento: metas baseadas no colesterol LDL, no colesterol não HDL e na apolipoproteína B. Sempre que os pacientes não atingiam os valores considerados ideais, a terapia era intensificada. Em seguida, os pesquisadores estimaram o impacto de cada estratégia sobre a ocorrência de infartos, AVCs, expectativa de vida, qualidade de vida e custos com assistência médica.