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Estudo de Oxford alerta: homens que se isolam socialmente adoecem mais

O estudo também revela dados preocupantes: cerca de 40% dos homens se encontram com amigos apenas uma vez por semana, enquanto 20% raramente ou nunca mantêm esse hábito.

Homens que encontram amigos para momentos de lazer adoecem menos | Foto: Reprodução
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Existe um hábito simples que muitos homens deixam de praticar ao longo do tempo, sem perceber que essa escolha pode cobrar um preço alto para a saúde física e emocional. A redução do convívio social masculino é silenciosa, gradual e, muitas vezes, normalizada na vida adulta.

Um estudo conduzido por Robin Dunbar, diretor de pesquisa social e evolucionária de neurociência da Universidade de Oxford, aponta que homens que não se encontram com amigos ao menos duas vezes por semana apresentam maior risco de depressão, recuperação mais lenta de doenças e pior bem-estar geral.

Convivência é saúde

Segundo o pesquisador, o fator decisivo não é o consumo de álcool, festas ou bares, mas sim a convivência. Encontros regulares com grupos de quatro ou mais amigos estimulam a liberação de endorfinas, reduzem o estresse acumulado e funcionam como um importante mecanismo de proteção emocional e física.

O estudo também revela dados preocupantes: cerca de 40% dos homens se encontram com amigos apenas uma vez por semana, enquanto 20% raramente ou nunca mantêm esse hábito. Em contraste, os outros 40% que se reúnem duas ou mais vezes por semana apresentam melhor saúde geral e menos quadros depressivos.

A conclusão é direta: o isolamento social não é neutro — ele adoece. Manter vínculos não é luxo nem perda de tempo, mas uma verdadeira estratégia de sobrevivência emocional. A pergunta que fica é simples e necessária: você consegue manter esse hábito hoje?

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