Diante dos resultados, os pesquisadores defendem que serviços de saúde, especialmente os de pré-natal e acompanhamento infantil, adotem estratégias de triagem para identificar precocemente situações de abuso.
A recomendação é que profissionais recebam treinamento para reconhecer sinais muitas vezes silenciosos da violência psicológica e ofereçam acolhimento e encaminhamento antes que o quadro evolua para agressões físicas.
Segundo os autores, ampliar a identificação desses casos pode contribuir para proteger não apenas a saúde da mulher, mas também o desenvolvimento do bebê e a segurança da família.