Além disso, os participantes avaliaram seu próprio bem-estar emocional. Aqueles que relataram tristeza ou desânimo diariamente foram classificados como apresentando sintomas de depressão.
O resultado foi significativo: jovens que dormiam mais nos finais de semana — compensando a privação de sono durante a semana — apresentaram 41% menos risco de sintomas depressivos em comparação com aqueles que não recuperavam o descanso. O estudo, publicado no Journal of Affective Disorders, reforça que dormir pouco, tarde e em horários irregulares está associado a maior risco de depressão.