A partir dos 40 anos, as transformações do rosto podem se tornar mais evidentes e passar a envolver estruturas mais profundas.
Segundo a médica, nessa fase podem surgir perdas de volume em regiões de gordura do rosto e alterações ósseas, o que pode modificar a sustentação dos tecidos. Por isso, a avaliação deixa de observar apenas a qualidade da pele e passa a considerar o rosto como um conjunto. Já a partir dos 50 anos, as mudanças podem ser ainda mais acentuadas, com maior perda de volume, flacidez e rugas que permanecem mesmo quando o rosto está em repouso.
Nessas situações, a proposta dos procedimentos pode mudar. Em vez de simplesmente adicionar volume, o tratamento pode buscar recuperar a sustentação e preservar as proporções naturais da face. Em alguns casos, procedimentos cirúrgicos também podem ser considerados, dependendo da avaliação médica.