Antes do diagnóstico, a jovem levava uma vida ativa e celebrava conquistas pessoais, como a mudança para o próprio apartamento. Agora, diz sentir que sua vida está “em pausa”.
Ela acredita que a idade contribuiu para que hipóteses mais graves fossem inicialmente descartadas. Por isso, decidiu compartilhar sua história como alerta.
Para Emma, insistir diante de sintomas persistentes e buscar uma segunda opinião médica pode ser fundamental para um diagnóstico precoce.