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Nem dieta, nem remédios: o segredo para viver mais pode estar onde ninguém imaginava - Estudo

O genoma de supercentenários brasileiros abriga variantes genéticas raras, capazes de explicar por que algumas pessoas conseguem envelhecer com saúde mesmo sem acesso a dietas sofisticadas ou medicina avançada. - Estudo

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O que une esses superidosos não é o estilo de vida, a dieta ou o acesso à saúde, mas a idade avançada e a miscigenação genética. Eles vêm de diferentes regiões e classes sociais. Muitos nunca seguiram dietas consideradas saudáveis, alguns tiveram sobrepeso e outros sequer tiveram acesso regular a serviços médicos.

— Quem vê cara não vê genoma. E é nele que está a diferença — resume Zatz.

A equipe analisou o DNA de mais de 160 centenários, incluindo 20 supercentenários com documentação completa. Entre eles estava a Irmã Inah, considerada a pessoa mais velha do mundo até sua morte, em abril de 2025, aos 116 anos, além dos dois homens mais velhos do planeta.

O estudo identificou ao menos 163 variantes genéticas de interesse, muitas relacionadas à imunidade, função muscular e preservação cognitiva. Diferentemente de pesquisas anteriores, os cientistas realizaram testes funcionais para confirmar o papel dessas variantes nas células.

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