Mais do que aumentar a expectativa de vida, os pesquisadores defendem um conceito de envelhecimento saudável baseado na preservação da autonomia e da qualidade de vida. A chamada "longeVitalidade" reúne estratégias capazes de reduzir o risco de doenças cardiovasculares, câncer e declínio cognitivo ao longo dos anos.
Esse conceito também considera aspectos emocionais e sociais que influenciam diretamente o bem-estar. Estudos apontam que fatores como propósito de vida, gratidão, espiritualidade e disposição para o perdão podem contribuir para uma vida mais saudável quando associados aos cuidados tradicionais com a saúde.
Segundo os especialistas, alcançar uma vida mais longa e saudável depende da combinação de prevenção, acesso aos serviços de saúde, adesão aos tratamentos e manutenção de hábitos positivos ao longo do tempo. Não existe uma solução isolada, mas sim um conjunto de escolhas feitas diariamente.
A conclusão dos pesquisadores é que as evidências científicas sobre prevenção cardiovascular já são amplamente conhecidas. O grande desafio passa a ser transformar esse conhecimento em ações práticas capazes de beneficiar um número cada vez maior de pessoas.