Outro ponto enfatizado pela publicação argentina é que o número de amigos não é o principal indicador de bem-estar. A qualidade percebida dos vínculos tende a ser mais relevante do que a quantidade.
Uma única relação significativa pode ser suficiente para promover sensação de pertencimento e apoio emocional. Por outro lado, é possível estar cercado de pessoas e ainda assim sentir-se desconectado.
Assim, não ter amigos não é, por definição, um problema psicológico. O que realmente importa é se essa condição é uma escolha consciente ou se gera sofrimento. A diferença entre solitude e solidão indesejada é o ponto central dessa discussão.