Nos experimentos com ratos, o medicamento chegou a dobrar a taxa de sobrevivência dos animais. Quando combinado à radioterapia, mais da metade deles permaneceu livre dos tumores por longos períodos.
Entre os cânceres cerebrais mais letais estão o glioblastoma, o glioma difuso da linha média, o meduloblastoma e o meningioma. Mesmo com tratamentos convencionais, como cirurgia, quimioterapia e radioterapia, a taxa de sobrevivência em cinco anos costuma ficar em torno de 20%. No caso do glioblastoma, considerado o mais agressivo, a expectativa média de vida após o diagnóstico varia entre 12 e 16 meses.