Alguns grupos precisam de atenção redobrada, já que têm maior vulnerabilidade ao avanço da doença. Pessoas com diabetes, doenças respiratórias crônicas, idosos e indivíduos com o sistema imunológico enfraquecido fazem parte do grupo de maior risco.
Lídia Miragaia destaca especialmente a atenção com pacientes imunossuprimidos.
“Alguns grupos têm maior risco, especialmente aqueles com o sistema imunológico mais fragilizado, como pessoas vivendo com HIV e idosos”, explica.
O perigo da tuberculose resistente
Interromper o tratamento antes do tempo é um dos maiores riscos no combate à doença. Quando isso acontece, as bactérias que sobrevivem podem se tornar resistentes aos medicamentos, provocando a chamada tuberculose multirresistente — uma forma muito mais difícil de tratar.
Nesses casos, o tratamento costuma ser mais longo, mais agressivo e com maiores desafios para a recuperação. Além disso, o paciente continua transmitindo uma versão mais resistente da bactéria para outras pessoas.